quarta-feira, 11 de março de 2009

Cavalo Marinho








Definição






Cavalo-marinho, uma tradição
folclórica do ciclo de Natal, é a versão pernambucana do Bumba-meu-Boi,
é uma dança dramática que onde há a morte e ressurreição do boi mágico.






A história é de um Capitão, um proprietário rural que tinha deixado suas terras sob o controle de Mateus e Sebastião, dois vaqueiros que dividem a mesma mulher, Catirina. O Capitão deseja celebrar a volta dele às suas terras, mas, os vaqueiros não deixam. O Capitão manda um Soldado tirar a licença à força, e ele consegue, após muita confusão .





Há muitas danças ,entre elas uma em homenagem aos Reis Magos.
A festa termina com a dança da morte e ressureição do Boi.
É dançado por homens do campo que em outras épocas os homens se vestiam de personagens femininos pois haviam poucas mulheres na festa.







Histórico





O cavalo marinho teve origem portuguesa, porem quando chegou ao Brasil ganhou nova leitura ritmica e se tornou mais rapida.





O cavalo marinho se desenvolveu na mata do norte do pernambuco para comemorar o nascimento do menino Jesus.





Biografia




Manoel Salustiano Soares, também conhecido como Mestre Salu, nasceu em 12 de novembro de 1945 em Aliança, mata do norte pernambuco. Seu pai, Luís Salustiano ensinou-o a tocar rabeca.



Durante a infância, participou de brincadeiras e folguedos populares. Sua grande paixão era o cavalo-marinho. Foi um dos maiores dançadores de cavalo-marinho da região, interpretando diversos personagens, por isso o título de mestre. É considerado um dos grandes nomes do maracatu em Pernambuco, uma das maiores autoridades em cultura popular no Estado. Também era artesão, confeccionou os bichos do bumba-meu-boi, cavalo, boi, burra e as máscaras do cavalo-marinho feitas de couro de bode ou de boi.



curiosidades sobre rabeca



é um instrumento folclórico importado do norte da África parecido com o violino usado durante a Idade Média.


Tem quatro cordas de tripa que sao afinadas em sol-ré-la-mi.

Letra de música

Hoje é cacacacacacacarnaval!!

Eu um dia, peguei minha fantasia e fui para o baile da avenida. oooooohhhhh!!!

Encontrei uma mulata toda bronzeada e enfeitada. oooooohhhhhhh!!!!

Nem trizteza nem melancolia havia no compasso da alegria.ooooooohhhhhhhhhh!!!

Arrumei minha fantasia e entrei no meio da folia.oooooohhh

Todos com alegria, rebolando no meio do salão. oooooohhh!!!!

Na maior agitação. ooooooooooooohhhhhhhhhh!!!!

Fontes:


http://pernambucobeat.com/2008/09/01/luto-pernambuco-perde-um-dos-seus-patrimonios/#more-1229 http://www.overmundo.com.br/agenda/cavalo-marinho-boi-pintado-o-dia-de-reis-e-a-lei-rouanet

Antônio Gomide

Antônio Gomide era um homem cultivado de bela aparência física e esportista, foi pintor, escultor e professor praticava o boxe inglês e esgrima. Filho de jurista, vivia em Genebra com a família desde a Primeira Guerra Mundial. Frequentava a Academia de Beças Artes.

A partir de 1924, Gomide destacou-se no grupo da Primeira Geração de Modernistas por sua experiência com a técnica do afresco. Voltou ao Brasil, em 1928, e passou a integrar-se cada vez mais ao panorama nacional, morando em São Paulo.

Nos anos 60, perde sua visão e que o obriga mudar novamente seu destino como artista. Em uma teimosia em abandonar a arte, dedica-se a ensinar, transmitindo para novas gerações a herança modernista.

A escultura, no entanto, que permite o artista a continuar a sua produção, apesar da sua dificuldade de enxergar. Com visão bastante comprometida, retira-se para Ubatuba, onde vive em reclusão até sua morte em 1967.

Gabriela. H.O.O.P. da Silva nº08