segunda-feira, 2 de novembro de 2009

                                                      Retrato de ideias


Retrata o dia-a-dia das pessoas, cotidiano

Autor: Cândido Portinari

Obra: O lavrador de café, 1939

Óleo sobre tela


                                   Descontrução



Mostram contidos quase apagados ou apenas com seguimentos ou um borrão.

Autor: Amedeo Modigliani

Obra: Retrato de Diego Rivera

Óleo sobre papelão





Autor: Karel Appel

Obra: Composição- garçon

Óleo sobre tela


                     Restauração da tela de Poussin



Autor: Nicolas Poussin

Obra: Hymenaeus travestido durante um sacrificio a  Príapo

Óleo sobre tela




                          Mito


Possui um núcleo de obras com tema mitológico

Pinturas...

Autor: Giovan Battista Pittoni

Obra: Dionisio e Ariadne

Óleo sobre tela



Autor: Francois Clouet

Obra: o banho de Diana

Óleo sobre tela


Esculturas...

Autor: Giuseppe Mazzuoli

Obra: Diana adormecida

Escultura em mármore


Autor: Escultor grego seculo IV antes de Cristo

Obra: Hegéia com Eros


Postado por: Jacqueline Nakagome   n. 11

terça-feira, 20 de outubro de 2009

MASP é a abreviação de Museu de Arte de São Paulo, o museu é fruto de uma aventura de duas pessoas, foi inaugurado dia 2 de outubro de 1947 por Assis Chateaubriand, e agora o diretor geral é João da Cruz Vicente de Azevedo.







Sobre o criador do museu.


Francisco de Assis Chateaubriand Bandeira de Melo, conhecido apenas como Assis Chateaubriand nasceu dia 4 de outubro de 1892 em Umbuzeiro e faleceu dia 4 de abril de 1968 em São Paulo.Ele de destacou como jornalista, empresário, mecenas e político.




Por Laura núm16

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Museu de Arte de São Paulo Assis Chateubriand - MASP





Museu de Arte de São Paulo Assis Chateubriand-MASP












Acervo:
Exposição-Olhar e ser visto:


1. O Retrato da Pompa:



 As obras apresentam vestimentos chiques,e não tem movimentos.

 As principais obras eram:

 Autor: Hans Hobbein


  Óleo sobre madeira


Obra: O Poeta, Conde Surrey




Postado por: Lilian Tamy Takahashi n° 19  


 2. O recurso a cena:



As pessoas nas obras estão fazendo algo, agindo.


 As principais obras eram :



 Autor: Henri Marie Raymond de Toulosse Lautrec


 Obra:Paul Viaud en Alquimirante do seculo XVIII







 Autor: Jean-Marc Nattier

 Obra: Madame Louise Elizabeth, duquesa de parma - Terra


Óleo sobre tela





 Postado por: Lilian Tamy Takahashi n° 19



 3. Eu mesmo:




Todas as obras era um autro - retrato de si

Principais obras:


Autor: Paul Gauguin

 Obra: Auto retrato (perto do gólgota)






 Autor: Rembrandt Van Rijn

 Obra: Auto-Retrato com corrente de ouro


 Óleo sobre madeira





Postado por: Lilian Tamy Takahashi n°19



4. Retratos Modernos:



 Há uma representacao direta da realidade e nao a representacao do real conforme um conceito orientador, próprio da grande arte imaginativa.


 As principais obras eram:

 Autor: Vincent van Gogh

 Obra: O escolar

 Óleo sobre tela





 Autor: Pierre Auguste Renoir


 Obras:

  -Menina com espigas

  -Rosa e azul


 Óleo sobre tela







Autor: Amedeo Modigliani


 Obra: Madame G. Van Muyden


 Óleo sobre tela







Autor: Pablo Ruiz Picasso


Obra: Retrato sobre Susane


Óleo sobre tela



Postado por: Lilian Tamy Takahashi n°19



Postado por: Jacqueline Sawazaki Nakagome n°11









O MASP se localiza na Avenida Paulista, número 1578, São Paulo-SP, bairro Boa Vista perto da estação de metrô Trianon-MASP. Para entrar em contato com esse museu, ligue para o número 3251-5644 ou entre no site www.masp.art.br.



O museu está aberto todas as terças, quartas, sextas, sábados, domingos e feriados das 11h às 18h, mas a bilheteria fecha às 17h. Nas quintas-feiras, das 11h às 20h e a bilheteria fecha apenas às 19h.



Loja

A loja do MASP funciona das 11h às 17h30, sendo que na segunda-feira esta não abre e na quinta-feira fica aberta até às 19h. Esta loja além de apresentar livros (sobre a história do museu e outros) para públicos de variadas idades, apresenta também algumas lembranças como postais, imãs de geladeiras e chaveiros.



Restaurante


O restaurante do MASP, funciona das 11h às 16h30, porém as segundas-feiras, este não se encontra aberto. Este restaurante apresenta um Buffet com pratos variados e que recebem, de acordo com o guia da semana, 8.7 de avaliação geral.



Agendamentos:

Para que ocorra o agendamento de visitas de grupos e escolas, basta enviar um e-mail para o endereço: agendamento@masp.art.br ou ligue para o museu.



Ingressos:

Inteiro: 15,00 reais e 7,00 reais. A entrada é gratuita somente às terças-feiras e pessoas menores de 10 anos ou maiores de 60 anos não pagam.



Biblioteca:

A biblioteca do MASP guarda, preserva, organiza e divulga todo o material bibliográfico, iconográfico e histórico existente na instituição. Ela também apoia às atividades e à programação do museu. Além do rico acervo com mais de 60.000 publicações, há também a divulgação de livros raros na vitrine da biblioteca. Esta pode ser frequentada de segunda à sexta-feira das 13h00 às 17h00, porém somente com agendamento prévio.













Cursos:

Para o Curso de História da Arte já foram abertas matrículas. Este curso é organizado pela professora doutora Silvia Meira que também é coordenadora da escola do MASP. Tais matrículas devem ser feitas no Museu de segunda à sexta-feira, das 14h às 19h.

Os documentos necessários são o currículo abreviado, foto 3X4 e xérox do R.G..


Cinema:

Está aberto de 26 a 30 de outubro de 2009 e 2 a 5 de novembro de 2009 às 19h30 no vão livre do MASP.   





Exposições em cartaz:

Walker Evans

Mais de 120 imagens sobre a sociedade americana dos anos 20 ao início da década de 70. Esta exposição cobre os 50 anos de carreira de um dos maiores nomes da fotografia mundial. É composta pela principal coleção de fotografias de um grande retratista. Evans retratou principalmente imagens de suas viagens e de seu cotidiano.

A exposição começou dia 1º de outubro e terminará dia 10 de janeiro de 2010. Os horários em que podemos visitá-la é de terças-feiras a domingo e festivos das 11h às 18h. Às quintas-feiras, das 11h às 20h. O preço dos ingressos é: 15,00 reais a inteira e 7,00 reais a meia, e pessoas maiores de 60 anos ou menores de 10 anos têm entrada gratuita. Nas terças-feiras, qualquer um entra gratuitamente.












Dos anos 60 até hoje, Vera Chaves Barcellos produziu 96 obras e convida ao espectador a construir o significado de “Imagens em Migração” que foi a maior exposição gaúcha apresentada São Paulo. Esta exposição dura de 14 de agosto a 25 de outubro, nos horários de terças-feiras a domingos e feriados das 11h às 18h e às quintas-feiras, das 11h às 20h. Os ingressos são 15,00 reais a inteira e 7,00 reais para estudantes, sendo que  nas terças-feiras a entrada é gratuita e pessoas com mais de 60 anos ou menos de 10 anos também não pagam.







“O mito é o nada que é tudo”-diz Fernando Pessoa em mensagem. O homem é um animal que conta história, o que o faz diferenciar-se entre as espécies. O mito, antes de ser arte, entrou para a realidade na leitura oral. Toda a primeira grande arte da humanidade depende do mito. Este é um gênero que com a paisagem, a natureza morta e o retrato, orientam a exposição do MASP. Esta exposição começou em21 de julho de 2009 e é um acervo permanente do MASP e está aberta de terças a domingos e feriados das 11h às 18h e as quintas das 11h ás 20h. Os ingressos são 15,00 a inteira e 7,00 a meia, é gratuita até os 10 anos e para maiores de 60 anos além de terças-feiras, a entrada ser gratuita.





Olhar e ser visto celebra a arte do retrato e do auto-retrato no século XVI aos nossos dias. São apresentadas telas, fotografias, esculturas, desenhos e gravuras. Nesta exposição o publico pode ver 50 retratos e auto-retratos de mestres da pintura.

Esta exposição começou no dia 21 de julho de 2009 e é um acervo permanente. O preço dos ingressos e os horários são os mesmos das outras exposições.



Bibliografia:
www.masp.art.br
www.guiadasemana.com.br



Postado por: Gabriela Harumi O. O. P. da Silva
  


























terça-feira, 25 de agosto de 2009

Biografias



Patativa do Assaré





Antônio Gonçalves da Silva, mais conhecido como Patativa do Assaré, nasceu em Assaré,  no Ceará, dia 05 de março de 1909 e morreu em Assaré, 08 de julho de 2002. Foi um poeta popular, compositor, cantor e improvisador brasileiro.

 
Representou uma das principais figuras da música nordestina do século XX. Era filho de uma família pobre que vivia da agricultura de subsistência.

Ficou cego de um olho por causa de uma doença e, quando tinha nove anos perdeu seu pai,assim passa a ajudar sua família no cultivo das terras.

Aos doze anos, freqüenta a escola onde é alfabetizado, por apenas alguns meses.


Começa a fazer repentes e a se apresentar em festas e ocasiões importantes. Por volta dos vinte anos recebe o apelido de Patativa, por ser sua poesia comparável à beleza do canto dessa ave. Sendo muito amigo da familia Diniz.

Participava do programa da rádio Araripe, declamando seus poemas. Numa destas ocasiões é ouvido por José Arraes de Alencar que, lhe dá o apoio e o incentivo para a publicação de seu primeiro livro, Inspiração Nordestina, de 1956.


Este livro tem uma segunda edição chamada Cantos do Patativa. Em 1970 é lançada nova coletânea de poemas, Patativa do Assaré: novos poemas comentados, e em 1978 foi lançado Cante lá que eu canto cá.



Postado por: Jacqueline Nakagome n° 11


Literatura de Cordel


A literatura de cordel é um tipo de poesia popular, originalmente oral, e depois de certo tempo, impressa em folhetos rústicos ou outra qualidade de papel. Eram  expostos para venda pendurados em cordas ou cordéis.
 A origem ao nome que vem lá de Portugal, que tinha a tradição de pendurar folhetos em barbantes.

  Os folhetos brasileiros são escritos em forma rimada e alguns poemas são ilustrados com xilogravuras, o mesmo estilo de gravura usado nas capas.

 As estrofes mais comuns são as de dez, oito ou seis versos. Os autores, ou cordelistas, recitam esses versos de forma melodiosa e cadenciada, acompanhados de viola, como também fazem leituras ou declamações muito empolgadas e animadas para conquistar os possíveis compradores.

A história da literatura de cordel começa com o romanceiro luso-espanhol da Idade Média e do Renascimento.

 Foram os portugueses que trouxeram o cordel para o Brasil desde o início da colonização. Na segunda metade do século XIX começaram as impressões de folhetos brasileiros, com características próprias daqui.

Os temas incluem desde fatos do cotidiano, episódios históricos, lendas , temas religiosos, entre muitos outros.




Postado por: Jacqueline Nakagome  n°11




Abraão Batista




O Professor Abraão Batista é uma das figuras mais representativas da Literatura de Cordel. Nasceu em 4 de abril de 1935 em Juazeiro do Norte. Filho de mãe pernambucana e pai potiguar. Poeta, professor universitário aposentado, escreve literatura de cordel há mais de trinta anos. Produz as ilustrações de seus folhetos, através da técnica conhecida por xilogravura.


Em 1968, Papa caçou 44 santos católicos, que iniciou sua produção na literatura de cordel, juntamente com a atividade de xilogravador. Aproveitando este acontecimento como tema produziu “A entrevista de um jornalista de Juazeiro do Norte com os 44 santos caçados”, que foi um grande sucesso. Sua obra mais famosa é O Homem que Deixou a Mulher para Viver com uma Jumenta na Paraíba.
O livro A ANATOMIA DO FREVO, ilustrado com 175 xilogravuras do autor, é um longo poema de cordel, composto de mais de 160 sextilhas, onde o poeta apresenta a origem do frevo, sua história centenária, os passos da dança criados pelo povo, a manifestação popular viva em Olinda, no Recife e em várias cidades pernambucanas.






                                             













                                                                A cobra mamado
O mago













Postado por: Laura Soo Ji Kim n° 16
J. Borges



José Francisco Borges, conhecido como J. Borges, nasceu a 20 de dezembro de 1935, no município de Bezerros, Pernambuco, onde deu início a sua vida artística e onde está até hoje, escrevendo, ilustrando e publicando os seus folhetos.
Começou a trabalhar aos dez anos de idade na agricultura, e negociava nas feiras da região, vendendo colheres de pau que ele fabricava.

Em 1964, começou a escrever folhetos e a fazer xilogravuras. Nesta década sua obra e sua técnica, conhecida por tacos, passou a ser reconhecida nacionalmente como uma atividade cultural.  


Com o tempo em sua oficina, próximo a sua casa,  fabricava figuras para ilustrar apenas suas histórias, chegou a produzir cerca de 200 cordéis e dezenas de xilogravuras de capa.

 

Os temas mais solicitados em seu repertório são:
o cotidiano do pobre, o cangaço, o amor, os castigos do céu, os mistérios, os milagres, crimes e corrução, os folguedos populares, a religiosidade, a picardia, e outras coisas culturais nordestinas.


Entre todas as xilogravuras que já fez, a sua preferida é A chegada da prostituta no céu, feita  em 1976.

J. Borges tornou-se um dos mais famosos xilógrafos de Pernambuco, publicou vários álbuns de xilogravuras.

Com a fama, a família de xilogravadores cresceu, e teve três filhos, um irmão, três sobrinhos e um primo,  que tornaram-se xilógrafos com ajuda de J. Borges.

Postado por Lilian Tamy Takahashi n° 19
Renina Katz
Renina Katz Predeira, nasceu no Rio de janeiro em 1925, era professora,gravadora, desenhista e  ilustradora. Cursou a Escola Nacional de Belas Artes , entre 1947 e 1950.

Iniciou xilogravura com Axl Leskoschek em 1946, foi incentivada por Poty em ingressar  no curso de gravura em metal. Mudou-se para São Paulo em 1951, e leciona gravura no Museu de Arte de São Paulo

Em 1956, publica o primeiro álbum de gravuras, intitulado Favela. A partir dessa data, começou a dar aulas na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo , onde permanece por 28 anos, e na qual apresenta teses de mestrado e doutorado.
Renina Katz também participou de diversas exposições e também fez parte de diversas Bienais, expôs na França, Itália entre outros países.
Postado por: Lilian Tamy Takahashi n°19



Emanoel Araújo




Emanoel Alves Araújo nasceu em 15 de novembro de 1940 na Bahia, ele foi escultor, desenhista, gravador, cenógrafo, pintor, curador e museólogo. Sua mãe era mestiça e seu pai cafuzo.
Foi aprendiz de marceneiro, aos treze anos, ele trabalhou na Litotipina e composição gráfica na Impressão Oficial do Estado.
Com a intenção de cursar a Arquitetura, mudou para Salvador. Mas, por visiar sempre exposições de museus, tomou outro rumo. Se matriculou na escola de Belas Arets na Universidade Federal da Bahia, onde teve aulas de gravura com vários mestres.
De 1981 a 1983, dirigiu o Museu de Arte da Bahia.
Foi diretor da Pinacoteca do Estado em São Paulo de 1992 a 2002.
Recebeu menção honrosa especial da Associação brasileira de críticos de Are em 1999 entre outras.
Realizou várias exposições coletivas por todo Brasil, Europa, Esados Unidos, Japão.
Para Emanuel, suas origens, sua cidade Natal e suas idéias de representar o mundo a sua volta foram muito importantes para a execução de seus trabalhos.
Postado por: Gabriela Harumi n° 08 6B